segunda-feira, 25 de junho de 2007

. . . . . . .Um gato preto, malhado e borrachudo. .Sem ofício, sem didática. .Mas, um bicho místico. .Que se acompanha sozinho. .Ele e seu óculos de vidro.. .Gato engarrafado que vigia pés. .(pois os passos são da altura dos seus olhos). .Um gato preto! .Que vive sem domínio, .Com o despaltério .Incabível de felino... .Este não me engana, .Dogmático que é. .Difuso e ainda cheira a brasa .Que de véras pensa ser ? .Oh, espanador do inferno! .Ainda sim daria lhe um membro .Para poder ouvir esse miado tão engolido.. .Ei de laça-lo pelo rabo, .Fazer-te uma tese e guardar-te .Em sustenido.. .Quero ver tu, .Ministro das Pragas, .Taoísta, agnóstico, cristão, .Não-teísta e paradoxal .Assim, suspenso pelos fios .E pregado em minha escala .De "Coisas sobre o Nada"... . . . . . .